Melodiosamente flui sua beleza
Quanto disso é só destreza?
Inteligência e esperteza?
Tudo isso, é só sua natureza
Me envolve em pensamentos,
Chateações,
Me aporrinha,
briga...
Eu choro, mas é só a união...
É o casamento
Sem adendo, ou condimento
É o casamento.
Perfeita união dos pares, ou ímpares
Construção da linha paralela
Química fora da periódica tabela
Rima de rios, lagos, e mares
O perfeito, imperfeito...
Autor: G. Cardoso
Poesias, poemas, contos e textos são o que encontrara aqui. Espaço onde postarei escritas de minha autoria, como também de autores do meu gosto particular. Boa leitura!!!
sábado, 30 de março de 2019
sábado, 16 de março de 2019
E, quem gritou primeiro?
Quem gritou primeiro?
Foi por dor, ou desespero?
Quem gritou primeiro?
Não tinha ouro, nem dinheiro.
Quem gritou primeiro?
O empresário ou o pedreiro?
Quem gritou primeiro?
Era patriota, e brasileiro.
Quem gritou primeiro
Gritou com vontade para o mundo inteiro
Mas o som parecia vir do bueiro
Gritou mais alto que um desordeiro.
E gritou de fome mais um guerreiro
E gritaram todos, um grito certeiro
Mas foi abafado, o que gritou primeiro
Também o segundo, e o terceiro...
E se não adianta mais gritar
Só nos resta esperar...
Foi por dor, ou desespero?
Quem gritou primeiro?
Não tinha ouro, nem dinheiro.
Quem gritou primeiro?
O empresário ou o pedreiro?
Quem gritou primeiro?
Era patriota, e brasileiro.
Quem gritou primeiro
Gritou com vontade para o mundo inteiro
Mas o som parecia vir do bueiro
Gritou mais alto que um desordeiro.
E gritou de fome mais um guerreiro
E gritaram todos, um grito certeiro
Mas foi abafado, o que gritou primeiro
Também o segundo, e o terceiro...
E se não adianta mais gritar
Só nos resta esperar...
quinta-feira, 11 de outubro de 2018
Mito!
O deus da guerra clama por seu sacrifício
Só um país inteiro para acalmar seu vicio
Athena parece não poder fazer nada
Pois a ignorância impera sobre essa manada
Em um navio. Espera Caronte, altivo e belo
Pois um mero barco não atravessaria esse elo
Ares anseia pelos gritos de torturas
Pois naquele país todas as ruas são escuras
E melhor se esconder na escuridão
Um mar de sangue será profunda imensidão
O espelho não refletirá sua alma
Nao existe mais alma, calma, calma
Se o senhor da guerra não gosta de criança
Esconda essas almas com um pingo de esperança
Esconda essas almas.
Se esconda.
Autor: G. Cardoso
Só um país inteiro para acalmar seu vicio
Athena parece não poder fazer nada
Pois a ignorância impera sobre essa manada
Em um navio. Espera Caronte, altivo e belo
Pois um mero barco não atravessaria esse elo
Ares anseia pelos gritos de torturas
Pois naquele país todas as ruas são escuras
E melhor se esconder na escuridão
Um mar de sangue será profunda imensidão
O espelho não refletirá sua alma
Nao existe mais alma, calma, calma
Se o senhor da guerra não gosta de criança
Esconda essas almas com um pingo de esperança
Esconda essas almas.
Se esconda.
Autor: G. Cardoso
sexta-feira, 5 de outubro de 2018
Aqui Jazz
As vezes o acorde do piano
É a mesma melancolia do ser humano.
O trompete da uma nota,
E você esquece sua vida remota.
Interrompe um choro anormal
Um solo de saxofone orquestral.
O metal do trombone ressoa,
E encanta a uma pessoa,
a várias pessoas
pessoas, pessoas
Fernando, o Borjador atravessando
pessoas, pessoas
Guitarra gritando:
Pessoas, pessoas
O jazz se faz de pessoas
Autor: G. Cardoso
É a mesma melancolia do ser humano.
O trompete da uma nota,
E você esquece sua vida remota.
Interrompe um choro anormal
Um solo de saxofone orquestral.
O metal do trombone ressoa,
E encanta a uma pessoa,
a várias pessoas
pessoas, pessoas
Fernando, o Borjador atravessando
pessoas, pessoas
Guitarra gritando:
Pessoas, pessoas
O jazz se faz de pessoas
Autor: G. Cardoso
quinta-feira, 4 de outubro de 2018
sábado, 26 de novembro de 2016
Sopro de Zéfiro
Zéfiro soprou-te para mim
A ninfa da alegria suprema
Me trouxe asas, não de Ícaro
Asas de sonhos, verdadeira liberdade
Zéfiro soprou, junto a Eros
E você me alcançou
No limite do mundo
Alcançou-me com sabedoria de Atena
Com desejos de Vênus
Alcançou-me.
Autor: G. Cardoso
A ninfa da alegria suprema
Me trouxe asas, não de Ícaro
Asas de sonhos, verdadeira liberdade
Zéfiro soprou, junto a Eros
E você me alcançou
No limite do mundo
Alcançou-me com sabedoria de Atena
Com desejos de Vênus
Alcançou-me.
Autor: G. Cardoso
quarta-feira, 20 de abril de 2016
sábado, 28 de fevereiro de 2015
Um olhar vazio!
Dor na barriga, dor no estômago!
É fome!
No olhar da pequena criança,
Olhar de dor, olhar de fome!
Dor no peito, dor no pulmão!
É frio!
Treme a dócil criança,
Com o olhar de piedade!
Dor no ritmo da batida do coração,
É esquecimento!
Talvez alienação!
Pois se sente transparente,
Invisível, a linda criança!
Não há mais dor,
Nem fome, nem frio
Talvez ainda seja invisível
A pálida, branca, branca criança
Que descansa no meio fio
Autor: G. Cardoso
Obs: Quantas crianças ainda ão de morrer na rua para que possamos enxergar a realidade?
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Cristina!
Obs: poesia dedicada a uma linda mulher, uma amiga antiga, uma pessoa importante...
Sonhadora, forte, delicada
Quantas pessoas já não pensaram:
-Quero ser Cristina!
Bonita, charmosa, gostosa
Quantos homens já não disseram:
_quero ter Cristina!
Companheira, fiel, parceira
Quantas amigas já não se remoeram:
_Que inveja da Cristina!
Brincalhona, esperta, sorridente
Quantos amigos já não gritaram:
_Salve Cristina!
Amorosa, dócil, especial
Quantos corações já pediram:
_Só um pouquinho de Cristina!
Sonhadora, bonita, fiel, esperta e especial
Quantas vezes já não pronunciei:
_vou ver Cristina,
A menina linda dos olhos de mel
Da fala mansa e acolhedora
Do abraço forte e das palavras duras
E da genuinidade inabalável
Cristina, a musa, a arte, a poesia!
Autor: G. Cardoso
domingo, 9 de novembro de 2014
Benevolência diabólica, estória do final sem riso.
O mal que assola-nos, outrora fora bem.
O diabo do nosso inferno, fora deus da nossa paz.
Mas, se há demasiada bondade… Sempre há uma duvida que convém.
E o que havia de bondade nas pessoas, aqui jaz.
A estória aqui, nasce através de Helena.
Bela e jovem, moça tão pura quanto uma tênue flor.
Inocente de corpo, alma e coração. Moça da alma serena.
Conhecera um jovem lindo e misterioso, porém d’um grande segredo, era autor.
Eles se apaixonaram, mas para Helena, fora novidade.
A linda jovem, tinha apenas dezessete.
Quiçá por culpa de sua ingênua idade.
O jovem misterioso levou-na um ramilhete.
Helena, ficara encantada com tal generosidade.
Ele a encantara, com palavras, gestos, olhares, sem fachada.
Amava flores! Fora conquistada… O rapaz a olhava com tal profundidade.
A moça o olhava com tal honestidade. Mas era ingênua, coitada!
A virgem moça, nem imaginara o que este jovem escondera…
A verdade, é que o moço era um verdadeiro diabo, homem desalmado.
Apesar d’ele ver uma benevolência na moça de alma serena…
Mas o riso da moça impediu-o de fazer algum mal, ele ficara assustado.
Fez de tudo para amá-la de forma boa, sem corrompê-la.
Mas, o diabo -envergonhado- parou. E sentiu que a bondade era terrível…
Pensou que bondade era apenas uma troca… A clemência lhe deu náusea.
Apoderou-se de Helena, que ficaste sem escapatória. Oh, moço horrível!
Sua alma demoníaca, dominou a ingênua e pobre criatura!
E então… Tudo que restou da pobre jovem fora sua sombra.
De alma aprisionada, corpo depravado… Aqui jaz, Helena e sua sombra presa n’uma pintura.
- Erika Bernard em Benevolência diabólica, apenas uma estória.
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