O deus da guerra clama por seu sacrifício
Só um país inteiro para acalmar seu vicio
Athena parece não poder fazer nada
Pois a ignorância impera sobre essa manada
Em um navio. Espera Caronte, altivo e belo
Pois um mero barco não atravessaria esse elo
Ares anseia pelos gritos de torturas
Pois naquele país todas as ruas são escuras
E melhor se esconder na escuridão
Um mar de sangue será profunda imensidão
O espelho não refletirá sua alma
Nao existe mais alma, calma, calma
Se o senhor da guerra não gosta de criança
Esconda essas almas com um pingo de esperança
Esconda essas almas.
Se esconda.
Autor: G. Cardoso
Poesias, poemas, contos e textos são o que encontrara aqui. Espaço onde postarei escritas de minha autoria, como também de autores do meu gosto particular. Boa leitura!!!
quinta-feira, 11 de outubro de 2018
sexta-feira, 5 de outubro de 2018
Aqui Jazz
As vezes o acorde do piano
É a mesma melancolia do ser humano.
O trompete da uma nota,
E você esquece sua vida remota.
Interrompe um choro anormal
Um solo de saxofone orquestral.
O metal do trombone ressoa,
E encanta a uma pessoa,
a várias pessoas
pessoas, pessoas
Fernando, o Borjador atravessando
pessoas, pessoas
Guitarra gritando:
Pessoas, pessoas
O jazz se faz de pessoas
Autor: G. Cardoso
É a mesma melancolia do ser humano.
O trompete da uma nota,
E você esquece sua vida remota.
Interrompe um choro anormal
Um solo de saxofone orquestral.
O metal do trombone ressoa,
E encanta a uma pessoa,
a várias pessoas
pessoas, pessoas
Fernando, o Borjador atravessando
pessoas, pessoas
Guitarra gritando:
Pessoas, pessoas
O jazz se faz de pessoas
Autor: G. Cardoso
quinta-feira, 4 de outubro de 2018
sábado, 26 de novembro de 2016
Sopro de Zéfiro
Zéfiro soprou-te para mim
A ninfa da alegria suprema
Me trouxe asas, não de Ícaro
Asas de sonhos, verdadeira liberdade
Zéfiro soprou, junto a Eros
E você me alcançou
No limite do mundo
Alcançou-me com sabedoria de Atena
Com desejos de Vênus
Alcançou-me.
Autor: G. Cardoso
A ninfa da alegria suprema
Me trouxe asas, não de Ícaro
Asas de sonhos, verdadeira liberdade
Zéfiro soprou, junto a Eros
E você me alcançou
No limite do mundo
Alcançou-me com sabedoria de Atena
Com desejos de Vênus
Alcançou-me.
Autor: G. Cardoso
quarta-feira, 20 de abril de 2016
sábado, 28 de fevereiro de 2015
Um olhar vazio!
Dor na barriga, dor no estômago!
É fome!
No olhar da pequena criança,
Olhar de dor, olhar de fome!
Dor no peito, dor no pulmão!
É frio!
Treme a dócil criança,
Com o olhar de piedade!
Dor no ritmo da batida do coração,
É esquecimento!
Talvez alienação!
Pois se sente transparente,
Invisível, a linda criança!
Não há mais dor,
Nem fome, nem frio
Talvez ainda seja invisível
A pálida, branca, branca criança
Que descansa no meio fio
Autor: G. Cardoso
Obs: Quantas crianças ainda ão de morrer na rua para que possamos enxergar a realidade?
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Cristina!
Obs: poesia dedicada a uma linda mulher, uma amiga antiga, uma pessoa importante...
Sonhadora, forte, delicada
Quantas pessoas já não pensaram:
-Quero ser Cristina!
Bonita, charmosa, gostosa
Quantos homens já não disseram:
_quero ter Cristina!
Companheira, fiel, parceira
Quantas amigas já não se remoeram:
_Que inveja da Cristina!
Brincalhona, esperta, sorridente
Quantos amigos já não gritaram:
_Salve Cristina!
Amorosa, dócil, especial
Quantos corações já pediram:
_Só um pouquinho de Cristina!
Sonhadora, bonita, fiel, esperta e especial
Quantas vezes já não pronunciei:
_vou ver Cristina,
A menina linda dos olhos de mel
Da fala mansa e acolhedora
Do abraço forte e das palavras duras
E da genuinidade inabalável
Cristina, a musa, a arte, a poesia!
Autor: G. Cardoso
domingo, 9 de novembro de 2014
Benevolência diabólica, estória do final sem riso.
O mal que assola-nos, outrora fora bem.
O diabo do nosso inferno, fora deus da nossa paz.
Mas, se há demasiada bondade… Sempre há uma duvida que convém.
E o que havia de bondade nas pessoas, aqui jaz.
A estória aqui, nasce através de Helena.
Bela e jovem, moça tão pura quanto uma tênue flor.
Inocente de corpo, alma e coração. Moça da alma serena.
Conhecera um jovem lindo e misterioso, porém d’um grande segredo, era autor.
Eles se apaixonaram, mas para Helena, fora novidade.
A linda jovem, tinha apenas dezessete.
Quiçá por culpa de sua ingênua idade.
O jovem misterioso levou-na um ramilhete.
Helena, ficara encantada com tal generosidade.
Ele a encantara, com palavras, gestos, olhares, sem fachada.
Amava flores! Fora conquistada… O rapaz a olhava com tal profundidade.
A moça o olhava com tal honestidade. Mas era ingênua, coitada!
A virgem moça, nem imaginara o que este jovem escondera…
A verdade, é que o moço era um verdadeiro diabo, homem desalmado.
Apesar d’ele ver uma benevolência na moça de alma serena…
Mas o riso da moça impediu-o de fazer algum mal, ele ficara assustado.
Fez de tudo para amá-la de forma boa, sem corrompê-la.
Mas, o diabo -envergonhado- parou. E sentiu que a bondade era terrível…
Pensou que bondade era apenas uma troca… A clemência lhe deu náusea.
Apoderou-se de Helena, que ficaste sem escapatória. Oh, moço horrível!
Sua alma demoníaca, dominou a ingênua e pobre criatura!
E então… Tudo que restou da pobre jovem fora sua sombra.
De alma aprisionada, corpo depravado… Aqui jaz, Helena e sua sombra presa n’uma pintura.
- Erika Bernard em Benevolência diabólica, apenas uma estória.
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
gente, nessa edição da revista Gente de Palavra, tem uma singela poesia minha... estou contente com a publicação, e divulgando com vocês essa noticia e essa ótima revista...
http://gentedepalavra.com.br/
http://gentedepalavra.com.br/
sábado, 27 de setembro de 2014
Medo
O medo,
paralisa os sentidos,
acomoda, acomodados.
Sem coragem para seguir
fica ali paralisado,
estático.
Se acorrenta, espontaneamente,
exalando odores,
que denunciam o sentimento.
Não existe glória,
existe humilhação,
no pedido de misericórdia.
E o medo toma conta,
do que antes era vida.
Autor: G. Cardoso
pintura "O Grito" de Edvard Munch
paralisa os sentidos,
acomoda, acomodados.
Sem coragem para seguir
fica ali paralisado,
estático.
Se acorrenta, espontaneamente,
exalando odores,
que denunciam o sentimento.
Não existe glória,
existe humilhação,
no pedido de misericórdia.
E o medo toma conta,
do que antes era vida.
Autor: G. Cardoso
pintura "O Grito" de Edvard Munch
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