O medo,
paralisa os sentidos,
acomoda, acomodados.
Sem coragem para seguir
fica ali paralisado,
estático.
Se acorrenta, espontaneamente,
exalando odores,
que denunciam o sentimento.
Não existe glória,
existe humilhação,
no pedido de misericórdia.
E o medo toma conta,
do que antes era vida.
Autor: G. Cardoso
pintura "O Grito" de Edvard Munch
Poesias, poemas, contos e textos são o que encontrara aqui. Espaço onde postarei escritas de minha autoria, como também de autores do meu gosto particular. Boa leitura!!!
sábado, 27 de setembro de 2014
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
Eu cometi uma poesia!
Perdão,
Cometi uma poesia
E até então eu não sabia
Quanto risco correria
Pois ao cometer tal poesia...
Consigo finalmente sentir alegria.
G. Cardoso
Cometi uma poesia
E até então eu não sabia
Quanto risco correria
Pois ao cometer tal poesia...
Consigo finalmente sentir alegria.
G. Cardoso
quinta-feira, 19 de junho de 2014
O que é?
Não tem métrica
Não tem rima
Não é poema
Nem poesia
Não é texto
Não é nada
Nem mesmo eu sei
Do que é que se trata
Autor: G. Cardoso
Não tem rima
Não é poema
Nem poesia
Não é texto
Não é nada
Nem mesmo eu sei
Do que é que se trata
Autor: G. Cardoso
sexta-feira, 30 de maio de 2014
Aprendendo com o aprendiz...
Aprendendo com o aprendiz,
Que diz:
_Queria saber tudo!
Fico mudo.
Transcendendo em pensamento
Isento!
De Sócrates e o seu "nada sei"
A Djavan "só sei que amei"
Eu pensei:
_Ruge com emoção em meu peito,
Coração.
E o pensamento se dispersa com a canção.
Autor: G. Cardoso
Que diz:
_Queria saber tudo!
Fico mudo.
Transcendendo em pensamento
Isento!
De Sócrates e o seu "nada sei"
A Djavan "só sei que amei"
Eu pensei:
_Ruge com emoção em meu peito,
Coração.
E o pensamento se dispersa com a canção.
Autor: G. Cardoso
sábado, 24 de maio de 2014
haikais
Um copo de vinho
Uma noite cheia de estrelas
Uma inspiração.
Autor: G. Cardoso
Filosofia
Sobre sabedoria,
E pensamento.
Autor: G. Cardoso
Uma noite cheia de estrelas
Uma inspiração.
Autor: G. Cardoso
Filosofia
Sobre sabedoria,
E pensamento.
Autor: G. Cardoso
terça-feira, 18 de março de 2014
sexta-feira, 14 de março de 2014
Me Cure
Baby, acho que enlouqueci
Já não sei se estou aqui
Meu corpo está desistindo
Minha mente não está impedindo
Baby, não sei se quero ajuda
Mas sinto que preciso de você
Minha cabeça já está alucinada
Mas meu coração não consegue te esquecer
Minha mente está ficando vazia
Não sei onde estou indo
A dor não me abandona
E a cura está no seu amor
Não sinto mais gosto do vinho que bebo
Mas minha boca ainda guarda o gosto do teu beijo
Me beije por favor, me cure por favor
Minha cura esta no seu amor!
Autor: G.Cardoso
Desenho: G. Cardoso
Obs: primeira poesia que escrevi, datada de 16/05/2001
Obs: primeira poesia que escrevi, datada de 16/05/2001
No inverno
quando os campos embranquecerem,
Cantarei esta
balada para lhe satisfazer...
Na primavera,
quando os bosques reverdecerem,
Tentarei lhe
contar o que quero dizer...
Quando os
dias forem longos, em pleno verão,
Talvez você
possa a canção entender...
Quando as
folhas de outono escurecerem no chão,
Pegue tinta
e caneta e venha escrever!
Autor: Lvewis Carroll
Ilustração: John Tenniel
Ilustração: John Tenniel
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
A causa
A
causa da classe operaria
É
o brilho dos olhos cansados
É
o grito dos amordaçados
Sentimento
da vida precária
A
busca da reforma agrária
É
a luta dos amaldiçoados
Que
já não mais são enganados
De
quem não aguenta a barbaria
Tudo
por terra cairá
O
vermelho vai se levantar
E
o sol, renascerá
O
mundo vai se assustar
A
bandeira se erguerá
Com
um canto a entoar
Autor: G. Cardoso
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